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A casa caiu: Construção do Sec. João Batista e outras propriedades irregulares são demolidas no DF.
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Em uma operação que mobilizou um aparato policial, digno de guerra, a agência de fiscalização do Distrito Federal (AGEFIS) e vários órgãos do GDF, executaram operação de derrubada de casas irregulares no Condomínio Dom Francisco - DF.
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Foi terrível a derrubada das casas no Condomínio Dom Francisco, localizado no Setor Habitacional Água Quente. Pessoas humildes perderam o pouco que juntaram. Os órgãos do GDF retiraram os móveis das residências e logo em seguida efetuaram a demolição. Apesar do Distrito Federal estar acéfalo sem um governo de fato, tenta-se manter a ordem na Capital Federal. Durante a derrubada as máquinas foram furiosas, mas, boa parte dessa bagunça teria sido evitada se o respeito a lei e a ordem tivesse sido cumprido. A fiscalização executou à risca o mandato de derrubada, sem privilegiar "Autoridades", como no caso do Vereador e Secretário de Finanças Licenciado de Santo Antônio do Descoberto João de Deus Batista, que também teve sua construção demolida.
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O fato começou a tomar contorno, no último dia 17 de fevereiro. A notícia foi dada com exclusividade pelo Blogger Neguinho Roriz, e falava sobre o fato onde o João Batista, desacatou policiais militares do Distrito Federal, chegando a passar-se por Capitão do Corpo de Bombeiros do DF. Após confusão, João Batista foi para a 27ª DP do Recanto das Emas. Uma cópia da ocorrência policial foi encaminhada para a administração Regional do Recanto das Emas e para AGEFIS. O Blog do Neguinho Roriz teve acesso a cópia da ocorrência 1.443/2010-0, onde é possível acompanhar a versão dos envolvidos, inclusive a versão de João Batista, que diz assim: João de Deus Batista ao ser entrevistado esclareceu que no dia do fato, executava com pedreiros a construção de um muro em imóvel adiquirido por meio de cessão de direito, quando um prefixo da PMDF passava pelo local e deu uma pane em frente ao lote. Enquanto os militares aguardavam socorro mecânico, João ouviu o cabo da PM "G Pereira" falar: - São todos vagabundos e grileiros de terra". Diante da situação falou para o militar que não era vagabundo, pois tinha comprado o imóvel e pago tudo certinho. Em seguida falou que era ex-bombeiro e que todos deveriam fazer a política da boa vizinhança. Depois os militares saíram e retornaram com funcionários da administração regional do Recanto das Emas, momento em que o Cabo da PM pediu para João Batista entregar sua Identidade Militar. João disse que não tinha tal documento, e apresentou então a CNH. Disse ainda que em nenhum momento tratou o militar com descaso. Em relação as testemunhas, João disse que apresentará em juízo quando for chamado. Enfatizou ainda que a obra não sofreu nenhum tipo de embargo pelos órgãos Públicos do Distrito Federal.
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A entrevista do autor foi acompanhada pelo advogado José Weder Cardoso Sampaio OAB-DF 24.105. Vale ressaltar que as testemunhas foram enfáticas ao afirmarem que o vereador João Batista tentou esfregar a carteira de Habilitação no rosto do Militar e que parecia bastante alterado. A princípio o vereador foi incurso nas penas do artigo 331 do código penal brasileiro.
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No atual cenário da política brasileira, onde temos inclusive, um governador preso, caso inédito no Brasil, o que a população deseja é que os fatos sejam apurados e que quem estiver errado, que sofra os rigores da lei. O povo espera que seus representantes, cumpram seus deveres e acompanhem essas denúncias, afim de que a política seja exemplo de ética e responsabilidade.
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Fonte: Blog: http://neguinhororiz.blogspot.com/
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Data: 25 deFevereiro de 2010 |
De: Santo Antonio do Descoberto |
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